Brain Agility

A Brain Agility nasceu de uma necessidade premente de ajudar famílias em situações de vida exasperantes, seja ao nível das doenças neurodegenerativas, que afetam cada vez mais adultos, seja ao nível da educação das crianças e dos problemas comportamentais e de aprendizagem, do envelhecimento e perda de capacidades ao nível do cérebro e do sistema nervoso e das necessidades dos atletas muitas vezes desiludidos pela falta de bons resultados.

O núcleo familiar das pessoas diagnosticadas com doenças neurodegenerativas é gravemente afetado pela desorientação que sente perante um diagnóstico de uma patologia deste género. As famílias desconhecem, muitas vezes, todas as abordagens complementares e não farmacológicas que se podem adotar e que, a par da abordagem médica, podem ter grande impacto na redução da sintomatologia do paciente em questão e da qualidade de vida da família em geral.

Os diagnósticos de défice de atenção, as dificuldades de aprendizagem e os problemas e distúrbios comportamentais que assolam cada vez mais crianças, adolescentes e jovens constituem um fator de grande ansiedade e, muitas vezes, de tristeza e desilusão relativamente à criança e/ou ao mundo que a rodeia, dando origem a crises familiares graves.

O envelhecimento saudável continua a ser um tema ao qual não se dá a devida atenção; tal como os problemas de memória que assolam cada vez mais pessoas e mais cedo.

A maioria dos atletas de competição ainda continua a treinar de forma tradicional, prestando atenção máxima ao treino físico, à parte tática e ao equipamento e relegando para segundo ou terceiro plano toda a parte que gira à volta do cérebro e do sistema nervoso central. Assiste-se, com regularidade, a atletas e equipas em processos constantes de baixas performances, sem perceberem que, o trabalho mental, passando pela parte cognitiva, emocional, sensorial e química é, muitas vezes, a chave do sucesso.

Os executivos continuam a ser uma classe de risco. Profissões muito exigentes, com um elevado grau de responsabilidade e horários alargados o que, juntamente com uma vida familiar também exigente, exercício físico insuficiente, uma alimentação muitas vezes inadequada, horas e tempo de sono desequilibrados e/ou um nível de stress e ansiedade elevados, podem resultar em condições de saúde indesejáveis que, infelizmente, não acontecem só aos outros. O caso do Dr. Pedro (nome alterado por questões de confidencialidade), que conhecemos numa clínica de cuidados continuados no Norte de Portugal, ex-advogado e que sofrera múltiplos AVCs estando hoje reformado com cerca de apenas 50 anos de idade e como o da Engª Carla (nome alterado por questões de confidencialidade), engenheira de sucesso, com 2 filhos e com uma condição de saúde em que o corpo já está claramente a dar sinais de necessitar abrandamento, mas sem que tal aconteça, inspiraram-nos a trabalhar com esta classe. Se podemos tentar evitar AVCs e enfartes, porque não fazê-lo enquanto é tempo?

A Brain Agility existe para servir as famílias nas necessidades específicas acima identificadas, através de uma gama de serviços de Neuroplasticidade e estimulação cerebral adequados a cada situação.

VISÃO
Ser uma referência de excelência em Portugal na prestação de serviços de reabilitação por via não farmacológica e no desenvolvimento das competências ao nível do cérebro e do sistema nervoso central.

MISSÃO
Desenvolver serviços de excelência, na área das Neurociências e da Neuroplasticidade, que permitam reduzir significativamente a sintomatologia de pacientes com doenças neurodegenerativas e dor crónica, promover o envelhecimento saudável, ajudar crianças e jovens em processos de autorregulação e desempenho académico, familiar, social e profissional e melhorar a performance de atletas, intervindo a nível clínico, formativo e informativo e atuando diretamente na melhoria da qualidade e vida e da saúde mental das famílias.

VALORES
Humano
Profissionalismo
Rigor
Seriedade
Integridade
Compromisso
Perseverança
Sensibilidade
Responsabilidade Social
Respeito pelo Meio Ambiente

LEMA
Na Brain Agility, o nosso lema é “Never give up“… porque nunca desistimos dos nossos pacientes, nem dos casos que temos em mãos. Partimos do princípio de que, se os resultados não estão a aparecer, é porque, provavelmente, ainda não encontrámos o caminho certo ou não nos esforçámos o suficiente. Assim, há que trabalhar mais! Há que insistir! Mas nunca desistimos! O Tomás é um bom exemplo disso. Um menino do ensino primário, cujos professores reclamavam da falta de trabalho autónomo e o rotulavam de preguiçoso. Nunca desistimos do Tomás e, todos os dias, terminávamos o dia a pensar o que é que podia ser feito de diferente, do nosso lado, do lado dos adultos, para que o Tomás conseguisse ler e fazer trabalho autónomo. E foi de tanto pensar e de colocarmos o “ónus” do nosso lado e não do lado dele, que a resposta apareceu. E resposta chama-se “ursinho” e, foi com o método do “ursinho” que o Tomás mostrou à professora que, afinal, conseguia ler e até conseguia trabalhar sozinho. Podíamos ter desistido ao fim de muitos meses sem resultados, mas nunca desistimos! Com os nossos pacientes que sofrem de demência ou de fibromialgia, fazemos, exatamente, o mesmo. A “Joana” (nome fictício por uma questão de confidencialidade) está diagnosticada com fibromialgia há 10 anos. Nunca desistimos da Joana até ela se sentir melhor. E o sr. Plácido, diagnosticado com demência vascular também não estaria com a sua parte cognitiva ainda funcional se tivéssemos desistido dele cada vez que houve e há retrocessos ou que não se consegue logo reverter a sintomatologia.
Na Brain Agility, é assim que trabalhamos! Sem nunca desistir!